quinta-feira, 12 de abril de 2012
Educação no brasil
A educação no Brasil, segundo o que determina a Constituição Federal e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) deve ser gerida e organizada separadamente por cada nível de governo. O Governo Federal, os Estados, o Distrito Federal e os municípios devem gerir e organizar seus respectivos sistemas de ensino. Cada um desses sistemas educacionais públicos é responsável por sua própria manutenção, que gere fundos, bem como os mecanismos e fontes de recursos financeiros. A nova constituição reserva 25% do orçamento do Estado e 18% de impostos federais e taxas municipais para a educação.
Segundo dados do PNAD, em 2007, a taxa de literacia brasileira foi de 90% da população, o que representa 14,1 milhões de analfabetos no país, já o analfabetismo funcional atingiu 21,6% da população. O analfabetismo é mais elevado no Nordeste, onde 19,9% da população é analfabeta. Ainda segundo o PNAD, o percentual de pessoas na escola, em 2007, foi de 97% na faixa etária de seis a quatorze anos e de 82,1% entre pessoas de quinze a dezessete anos enquanto o tempo médio total de estudo entre os que têm mais de dez anos foi, em média, de 6,9 anos.
O ensino superior começa com a graduação ou cursos sequenciais, que podem oferecer opções de especialização em diferentes carreiras acadêmicas ou profissionais. Dependendo de escolha, os estudantes podem melhorar seus antecedentes educativos com cursos de pós-graduação Stricto Sensu ou Lato Sensu.
A educação brasileira é regulamentada pelo Governo Federal, através do Ministério da Educação, que define os princípios orientadores da organização de programas educacionais. Os governos locais são responsáveis por estabelecer programas educacionais estaduais e seguir as orientações utilizando os financiamentos oferecidos pelo Governo Federal. As crianças brasileiras têm que freqüentar a escola no mínimo por nove anos, porém a escolaridade é normalmente insuficiente.
A Constituição Brasileira de 1988 estabelece que "educação" é "um direito para todos, um dever do Estado e da família, e está a ser promovida com a colaboração da sociedade, com o objetivo de desenvolver plenamente o desenvolvimento integral da personalidade humana e a sua participação nos trabalhos com vista ao bem-estar comum;
Segundo dados do PNAD, em 2007, a taxa de literacia brasileira foi de 90% da população, o que representa 14,1 milhões de analfabetos no país, já o analfabetismo funcional atingiu 21,6% da população. O analfabetismo é mais elevado no Nordeste, onde 19,9% da população é analfabeta. Ainda segundo o PNAD, o percentual de pessoas na escola, em 2007, foi de 97% na faixa etária de seis a quatorze anos e de 82,1% entre pessoas de quinze a dezessete anos enquanto o tempo médio total de estudo entre os que têm mais de dez anos foi, em média, de 6,9 anos.
O ensino superior começa com a graduação ou cursos sequenciais, que podem oferecer opções de especialização em diferentes carreiras acadêmicas ou profissionais. Dependendo de escolha, os estudantes podem melhorar seus antecedentes educativos com cursos de pós-graduação Stricto Sensu ou Lato Sensu.
A educação brasileira é regulamentada pelo Governo Federal, através do Ministério da Educação, que define os princípios orientadores da organização de programas educacionais. Os governos locais são responsáveis por estabelecer programas educacionais estaduais e seguir as orientações utilizando os financiamentos oferecidos pelo Governo Federal. As crianças brasileiras têm que freqüentar a escola no mínimo por nove anos, porém a escolaridade é normalmente insuficiente.
A Constituição Brasileira de 1988 estabelece que "educação" é "um direito para todos, um dever do Estado e da família, e está a ser promovida com a colaboração da sociedade, com o objetivo de desenvolver plenamente o desenvolvimento integral da personalidade humana e a sua participação nos trabalhos com vista ao bem-estar comum;
- preparar os indivíduos e a sociedade para dominar recursos científicos e tecnológicos que permitirão a utilização das possibilidades existentes para o bem-estar comum;
- defesa, difusão e expansão do patrimônio cultural;
- condenando qualquer tratamento desigual resultante de cunho filosófico, político ou de crença religiosa, assim como qualquer classe social ou de preconceitos raciais.
quinta-feira, 15 de março de 2012
Roubo do dinheiro publico.
Tudo indica que o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) seja o próximo esquema de corrupção a ser destampado nos nove anos de petismo.
A Polícia Federal pediu e a Justiça Federal determinou a quebra do sigilo bancário de três das quatro entidades financiadas pelo ministério, num inquérito que corre sob segredo de Jutiça, por suposto desvio de dinheiro repassado pela Pasta.
Desvio de dinheiro = roubo.
Os contratos são milionários, como noticia o Correio Braziliense na edição dessa quarta-feira. Aliás, o jornal já denunciava o esquema em abril.
Em resumo: são quatro organizações de Sergipe, supostamente de fachada, que já receberam R$ 11,5 milhões desde o início de 2009 para capacitar trabalhadores em Aracaju, Belém, Belo Horizonte e São Luís do Maranhão.
O sigilo bancário das contas das três organizações foi quebrado para que a Polícia Federal faça um mapeamento da movimentação do dinheiro repassado pelo Ministério do Trabalho.
Roteiro "normal" no esquema de roubo de dinheiro do contribuinte: a verba não teria sido aplicada na capacitação profissional.
Constatato o desfalque, a Polícia Federal de Sergipe abriu inquérito sigiloso - comum quando envolve gente engravatada e com ligações com o poder - para investigar a responsabilidade do ministério, dos diretores e, claro, o destino do dinheiro.
Dinheiro que é arrancado do bolso de cada um dos brasileiros na forma da segunda carga de impostos do planeta.
Detalhe: o ministro do Trabalho, é Carlos Lupi, é presidente licenciado do PDT, partido de sustentação do esquema petista, de Lula a Dilma Rousseff.
O Ministério Público Federal quer saber qual a relação do ministro com as entidades que levaram milhões de reais dos cofres públicos.
Haja polícia e Justiça !!!
É maracutaia das grossas. Infelizmente, apenas mais uma da Esplanada dos Ministérios.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Problemas sociais do Brasil
Os problemas sociais do Brasil podem ser compreendidos com o auxílio e interpretação de indicadores sociais. Houve uma evolução positiva destes indicadores na última década, especialmente em relação ao aumento da expectativa de vida, queda da mortalidade infantil, acesso a saneamento básico, coleta de lixo e diminuição da taxa de analfabetismo. Apesar da melhora desses índices, há nítidas diferenças regionais, especialmente em relação ao nível de renda.
Os problemas sociais ficam claros, sobretudo, com o IDH, o qual o Brasil, entre 187 nações e territórios, fica na 84ª posição de acordo com dados de 2011 divulgados pela ONU,embora tenha a sétima economia do mundo.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Estradas
olá pessoal
O nosso Brasil esta mal e hoje vamos valar das estradas.
As nossas estrada esta esburacada que estraga os píneos dos carros, também estraga as mola dos carro, estradas que não estão asfaltada, a verdade que nosso Brasil precisa mudar muito mesmo.

Espero que você gostaram, juntos nós podemos construir um Brasil melhor.
O nosso Brasil esta mal e hoje vamos valar das estradas.
As nossas estrada esta esburacada que estraga os píneos dos carros, também estraga as mola dos carro, estradas que não estão asfaltada, a verdade que nosso Brasil precisa mudar muito mesmo.

Espero que você gostaram, juntos nós podemos construir um Brasil melhor.
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